Agricultura Familiar é tema de feira em Luís Correia – PI

Agricultura Familiar é tema de feira em Luís Correia ? PI

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A agricultura familiar foi um dos pontos abordados na IV Feira Agropecu+ria de Brejinho de F+tima, no munic+pio de Lu+s Correia, no Piau+. A feira, que aconteceu no per+odo de 25 a 27 de setembro, contou com a participa+-o de mais de cinco mil visitantes que puderam circular pelos diversos espa+os destinados – exposi+-o da produ+-o agropecu+ria e agricultura familiar, dois pontos fortes da economia da regi-o Norte do Estado. 


Durante a feira foram promovidos concursos, exposi+-o e comercializa+-o de animais, feira de artesanato e comidas t+picas. O espa+o da feira foi aberto a diversas entidades que assessoram a produ+-o local, dentre elas, os Sindicatos de Trabalhadores Rurais (STRs) e as Organiza++es N-o-Governamentais (ONGs).


Paulo Jos+ da Silva Anjos, coordenador executivo da ONG Centro Regional de Assessoria e Capacita+-o (CERAC) de Parna+ba, diz que, pelo segundo ano consecutivo, a entidade participa da feira com um trabalho de divulga+-o e sensibiliza+-o do p+blico. +O objetivo principal + enfocar outros potenciais regionais a partir de iniciativas e experi+ncias das pr?prias fam+lias. V+rios agricultores e agricultoras participam, socializando com outras pessoas suas expectativas e experi+ncias+, declarou.


O coordenador do CERAC explicou tamb+m outro aspecto importante da feira que + chamar a aten+-o para a desmistifica+-o de que a regi-o litor+nea do Estado do Piau+ + uma +rea de intensa pluviosidade e que as fam+lias que se dedicam – agricultura familiar t+m +gua o ano todo para produzir. +Muitas vezes, a pluviosidade anual da regi-o n-o passa dos 500 mm, bem diferente dos 1200 mm que s-o divulgados em mapas oficiais e zoneamento do Nordeste. E ainda tem uma grande mancha de solo arenoso, profundo, que devido – aproxima+-o do oceano e das rochas, toda a +gua que escoa das chuvas para o subsolo se torna salina e, por isso, invi+vel para o consumo+, explicou Paulo.


Segundo Paulo Anjos, todo o material exposto na feira chamou muita aten+-o da popula+-o e do poder p+blico, mas ainda + necess+rio um plano bem elaborado de desenvolvimento sustent+vel para a regi-o. E, dentro desse plano, as fragilidades devem ser levadas em considera+-o, como a falta de +gua ou a +gua impr?pria para o consumo humano e a planta+-o. +O principal ponto de partida deve ser as fam+lias e suas experi+ncias, pois sendo assim corre-se o risco de rapidamente aumentar o n+mero de fam+lias pobres, sem qualidade de vida, devido a degrada+-o ambiental da regi-o e o fortalecimento de um pequeno grupo de criadores+, finalizou.


Ele explica que a atua+-o das ONGs + fundamental para a mudan+a desse quadro, a exemplo dos programas +Um Milh-o de Cisternas Rurais+ (P1MC) e +Uma Terra e Duas -guas+ (P1+2) que est-o sendo implantados pela Articula+-o no Semi–rido Brasileiro (ASA Brasil) em toda a regi-o semi-+rida do pa+s. Os programas pretendem levar +gua de qualidade para o consumo humano, produ+-o de alimentos e cria+-o de animais a agricultores e agricultoras familiares.


 

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