ENERGIA LIMPA EM CASA
👩🌾 A agricultora Maria das Graças Domingos Vicente, conhecida como Nina, é um exemplo do quão importante é a descentralização da energia renovável para a convivência com o Semiárido. Ela vive com o marido Givaldo Firmino dos Santos, no Sítio Caldeirão, em Esperança (PB), onde mantêm um quintal produtivo e fabricam polpas de frutas.
☀️ Para fazer o beneficiamento da goiaba, graviola, do maracujá e do coco, por exemplo, o casal utiliza energia fotovoltaica e economiza em média R$ 2 mil por mês. Uma realidade que vai de encontro aos grandes projetos de energia renovável que exploram a incidência solar, levam energia e deixam desmatamento nos territórios.
Como alternativa, a ASA defende que, assim como Nina e Givaldo, as famílias do Semiárido possam gerar sua própria energia de forma descentralizada e que respeite as comunidades. Esse é um dos objetivos do Programa Um Milhão de Tetos Solares (P1MTS) que a articulação está executando em parceria com a Cáritas Francesa, Fundação Banco do Brasil e o Instituto i9Sol.
▶️ Dá o play!
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