Acervo - O Candeeiro
Cisterna telhadão impulsiona a produção de alimentos do grupo de mulheres de Jaicós
PI - CÁRITAS REGIONAL DO PIAUÍ - Acesso à Água -

Um grupo com 10 mulheres do povoado Baliza, no município de Jaicós (PI), se destaca na região. Isso porque, elas começaram a se organizar para beneficiar produtos naturais da comunidade. Tudo começou quando elas resolveram participar de cursos de qualificação profissional. Cinco delas fizeram o curso de fabricação de material de limpeza e as outras cinco fizeram o curso de confeitaria.

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Seu Edmilson e Dona Helena São Sinônimos de generosidade e respeito com o semiárido
CE - INSTITUTO DE ELO AMIGO - Acesso à Água -

Essa é a história de um casal apaixonado que sobrevive no semiárido com as tecnologias sociais. além de ajudar os filhos, eles doam alimentos a quem quiser e precisar, na comunidade de Bom Lugar, em Acopiara região Centro-Sul do Ceará. edmilson Vieira da Silva de 75 anos e sua esposa Helena Vieira da Silva de 68 anos, são exemplos de que viver no semiárido é possível. Mesmo com poucas chuvas, o casal consegue a segurança alimentar.

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‘‘Temos uma casa para morar, terra para trabalhar, uma cisterna boa para consumo e um cisternão para plantar minhas verduras’’
PE - DIOCESE DE PESQUEIRA - Acesso à Água -

Natural de Pesqueira, dona Iraci Barbosa, 54 anos, chegou ao município de Buíque aos 7 anos de idade. Ela fala com orgulho das histórias de sua infância, da relação com seus pais e com o lugar onde vive. A mãe dela, dona Laura Bezerra, teve dezenove filhos (as), mas apenas seis se criaram. Desses, dona Iraci é a mais velha e teve que ir trabalhar cedo para ajudar na renda da casa e na criação dos cinco irmãos (as).

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Quintal Produtivo: Terapia para Dona Finha
SE - AMASE - Quintais Produtivos -

Na comunidade Madeiro, a 15 quilômetros do município de Tobias Barreto no Estado de Sergipe, reside a camponesa Josefa Rocha Silva de Jesus, mais conhecida como Dona Finha. Na localidade em que mora com seu companheiro e um filho, a camponesa mantém um quintal produtivo no terreno de sua residência.

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Maria do Socorro e a luta pelo resgate das sementes crioulas
CE - ESPLAR - Sementes -

Quando criança, Maria do Socorro Saraiva trabalhava na roça da família. Naquela época, ela observava e aprendia a tradição de separar e o armazenar as sementes da vida, como são chamadas as sementes crioulas no Ceará. Era preciso mantê-las a salvo dos gorgulhos. As sementes eram guardadas em latas de querosene e vedadas com cera de abelha. Hoje, ela é vice-coordenadora da Casa de Semente D. Mocinha, na comunidade Várzea Comprida, em Caridade.

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