“Antes a gente não tinha água suficiente. Agora eu encho a cisterna e posso plantar de tudo. Melhorou tudo!”, comemora. No coração do Semiárido nordestino existe uma “ilha” que não aparece nos mapas. Para chegar até ela, é preciso atravessar de canoa as águas de uma barragem. É ali, na comunidade de Lagoa da Pedra, no município de São José do Egito, que vive Maria Margarida da Silva Nunes, agricultora de 52 anos.