Com barragens subterrâneas, a água não vai embora!

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No dia da Caatinga a gente olha pra ela como ela realmente é: viva, resistente e cheia de tecnologia construída junto com quem vive nela.

No Semiárido, a água até tenta ir embora. Mas tem gente que aprendeu a fazer diferente.

A barragem subterrânea segura a água da chuva no chão, prolonga a umidade, protege o solo e cria as condições pra Caatinga rebrotar. É uma forma de cuidar da terra respeitando o tempo e a lógica do território.

Em 19 anos, o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da ASA, já implementou 1.465 barragens subterrâneas em todo o Semiárido como uma estratégia de convivência, construída com as comunidades.

Essa água guardada vira alimento, produção e autonomia. Porque recaatingar também é isso: segurar a água no chão pra vida voltar a florescer.

Essas tecnologias vêm sendo implementadas por meio do P1+2, no âmbito do Programa Cisternas, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e da Fundação Banco do Brasil (FBB).

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