Acervo - O Candeeiro
Cultivo alternativo de jerimum: uma ideia que deu certo
CE - OBAS - Acesso à Água -

Vicente Alves Maia Lima e Maria de Fátima Lima, da comunidade Lagoinha, no município de Russas, no Ceará, sempre batalharam pelo sustento da família. Eles sabiam da importância da produção agrícola para a segurança alimentar, mas a escassez de chuva na região não favorecia a plantação. Mesmo assim não deixaram escapar o sonho de plantar e cultivar o próprio alimento. Eles encontraram uma forma alternativa de produzi-lo, desenvolveram uma prática agroecológica e sustentável para a utilização consciente dos recursos hídricos, o cultivo do jerimum, mesmo em período de estiagem. Utilizam potes com pequenos furos em volta da planta, que recebe a umidade pelo gotejamento, com isso têm a garantia de uma boa produção. Atualmente têm uma cisterna-calçadão de 52 mil litros, do P1+2 para produção.

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Com terra e água, a dona Graciene e seu Cícero vivem melhor no Semiárido
CE - OBAS - Acesso à Água -

Depois de conquistarem terra e água, a família de dona Graciene e seu Cícero, no Assentamento Nova Canaã, trabalha a produção agroecológica de frutas e verduras para o sustento da família. Eles cuidam da terra e reconhece que ela é como uma mãe que dá de mamar aos filhos. O sonho deles é de aumentar a produção para o consumo familiar e comercialização.

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Homem, mulher e natureza: uma relação de cumplicidade João - Nova Canaã
CE - OBAS - Acesso à Água -

Seu João dos Reis e dona Antônia da Silva são casados, e têm três filhos e residem no Assentamento Nova Canaã, no município de Quixeramobim - CE. Sua história é semelhante à de muitas outras famílias no Semiárido brasileiro, feita de desafios, conquistas e perspectivas. Com a organização, conquista da terra e da água e cultivo agroecológico de hortaliças e frutíferas, passaram a viver melhor.

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Experiência agroecológica de Everardo e Lucineide é referência para outras famílias no semiárido
CE - OBAS - Acesso à Água -

Seu Everardo e dona Lucineide residem na comunidade Longá, no município de Canindé. Com oito hectares de terra, uma cisterna de 16 mil litros de água, do Programa P1MC, uma cisterna-calçadão de 52 mil litros de água, do Programa P1+2 e três pequenas cacimbas cavadas manualmente, eles mantém uma área com hortas e árvores frutíferas, de onde tiram o alimento para o consumo familiar e comercialização do excedente.

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Produção agroecológica garante vida com dignidade
CE - OBAS - Acesso à Água -

Elizângela, Totonho e os filhos foram beneficiados com uma cisterna-calçadão, do Programa P1+2. Com a tecnologia para captação de água da chuva começaram a cultivar hortaliças e frutíferas em seu pequeno quintal. Atualmente tem verduras para o consumo e ainda vendem o excedente. Essa é uma forma de viver com dignidade.

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